
Título: Dico e Alice e o Rei do mundo
Autor: Autor Desconhecido
Sinopse: Um louco irradiava mensagens nas quais se intitulava chefe de todas as nações do mundo! E o mais incrível era que obtinha o apoio de reis, presidentes, ministros, embaixadores. A ONU, vendo que a segurança do planeta perigava, chama Dico e Alice para descobrirem quem era esse “rei do mundo”! Pela primeira vez disponível para seus leitores, graças à arqueologia literário-detetivesca do pesquisador Leonardo Nahoum, esta aventura inédita escrita em 1977 amplia o cânone da série Dico e Alice, do escritor maranhense Carlos Figueiredo, a mais extensa de toda a ficção científica infantojuvenil brasileira em todos os tempos e parte da insuperável Coleção Mister Olho (detalhada no volume Livros de bolso infantis em plena ditadura militar, também publicado pela AVEC Editora).
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Dico e Alice e o Rei do mundo”, de Autor Desconhecido, publicado pela editora Avec Editora, em 2024 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Avec Editora
Páginas: 112
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8554472314
ISBN13: 9788554472313
Sobre a editora
Os livros da editora AVEC Editora apresentam um amplo espectro narrativo, transitando entre fantasia, suspense, aventura e narrativas históricas com ambientações detalhadas. A experiência de leitura frequentemente envolve mundos imaginativos, desde cenários urbanos repletos de mistérios locais até universos steampunk e épicos medievais, com personagens que enfrentam dilemas pessoais e conflitos maiores, como guerras e ameaças sobrenaturais. O catálogo também inclui obras interativas e voltadas para a criatividade, como diários e livros de atividades, além de narrativas que exploram temas sociais e históricos sob perspectivas pouco convencionais. A diversidade editorial sugere um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom investigativo ou reflexivo, contemplando públicos que buscam desde entretenimento até imersão em contextos culturais e históricos.
