
Título: Die letzte Bibliothek der Welt
Autor: Freya Sampson
Sinopse: Die schüchterne June Jones lebt in dem britischen Dorf Chalcot und ist mit Leib und Seele Bibliothekarin. Ihre besten Freunde sind die Menschen, denen sie Tag für Tag bei ihrer Arbeit begegnet: der alte Stanley, dem sie mit dem Computer hilft, Chantal, eine Schülerin, die zu Hause keine Ruhe zum Lernen hat, Leila, eine geflüchtete Frau, für die sie Kochbücher heraussucht. Außerhalb der Bibliothek bleibt June allerdings gern für sich und in Gesellschaft ihrer Bücher. Junes wohlgeordnetes Leben gerät aus den Fugen, als die Gemeinde mit der Schließung der Bücherei droht. Und dann trifft sie auch noch Alex wieder, einen alten Schulfreund, für den sie bald ganz neue Gefühle entwickelt. Während June alles tut, um ihre Welt aus Büchern zu retten, lernt sie viel über sich selbst und darüber, wie wichtig Freundschaft, Gemeinschaft und nicht zuletzt die Liebe sind ...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Die letzte Bibliothek der Welt”, de Freya Sampson, publicado pela editora Dumont Buchverlag, em 2021 e com 302 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Dumont Buchverlag
Páginas: 302
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: de
ISBN: 3832171037
ISBN13: 9783832171032
Sobre a editora
Os livros da editora Dumont Buchverlag convidam o leitor a mergulhar em narrativas marcadas por personagens complexos e dilemas existenciais que atravessam diferentes épocas e contextos sociais. As histórias frequentemente exploram a tensão entre passado e presente, memória e esquecimento, como no caso de pequenas comunidades tentando preservar sua identidade diante das mudanças. O catálogo traz uma diversidade que vai do drama familiar intenso a tramas criminais contemporâneas, com ritmo que ora é introspectivo e poético, ora tenso e urgente. A linguagem varia entre o direto e o lírico, sempre com atenção a detalhes que revelam as contradições humanas e sociais. Essa variedade sugere um perfil editorial que valoriza tanto a profundidade psicológica quanto o retrato social, muitas vezes com um tom melancólico ou reflexivo.
