
Título: Dinheiro? Pra que dinheiro?: Entre Gastar e Poupar
Autor: Altemir Carlos Farinhas
Sinopse: Editado pela Editora InVerso , o livro traz a dinâmica do dia-a-dia para a sala de aula através de aulas divertidas e um jogo. Em aulas práticas e divertidas, o professor Farinhas ensina seus alunos a utilizarem da melhor maneira o seu dinheiro. Tarefas diárias começam a transformar o pensamento sobre planejamento financeiro e conseguem resultados surpreendentes. O envolvimento dos pais nas atividades faz deste aprendizado uma lição de casa, na qual todos se beneficiam com o controle de suas finanças. Orçamento, investimento e poupança O objetivo é aprender de que forma gastar seu dinheiro guiando-se por estes três comandos. É dessa forma que o autor Altemir Carlos Farinhas faz o convite para entrar neste universo e aprender como ganhar este jogo! http://www.editorainverso.com.br/produto/dinheiro-pra-que-dinheiro/
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dinheiro? Pra que dinheiro?: Entre Gastar e Poupar”, de Altemir Carlos Farinhas, publicado pela editora Editora Inverso, em 2008 e com 68 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Inverso
Páginas: 68
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8562266019
ISBN13: 9788562266010
Sobre a editora
Os livros da editora Editora InVerso costumam trazer narrativas que exploram a intimidade humana, a memória afetiva e questões existenciais, frequentemente com um tom poético e sensível. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à infância, família e relações interpessoais, mesclando obras de literatura infantil com textos que dialogam com adultos, seja por meio de contos, crônicas ou relatos pessoais. Há também espaço para obras que abordam desafios sociais e históricos, como o pioneirismo de personagens reais e episódios marcantes, sempre com uma linguagem que privilegia a reflexão e o envolvimento emocional. O ritmo das obras varia entre o contemplativo e o mais dinâmico, com histórias que ora se apresentam como fluxos de consciência, ora como relatos estruturados, mas sempre com uma escrita que valoriza a voz singular do autor.
