
Título: Dinheiro Sujo (Lew Archer #13)
Autor: Ross Macdonald
Sinopse: Calcada na realidade, com todos os seus matizes e personagens capazes de nobreza e de degradação, a ficção de Ross Macdonald transcende o claro-escuro e o maniqueísmo de muitas das histórias policiais clássicas. Em Dinheiro Sujo, a investigação de uma artimanha amorosa esbarra em seduções carregadas de tara, fortunas de origem inconfessável e homicídios premeditados, e abala a estrutura de mentiras que garante a estabilidade de um próspero lugarejo. Com filosófica obstinação, o detetive Lew Archer busca a verdade até quando ela já não interessa ao cliente. Nada interromperá o desnudamento da realidade e a leitura da história, tal é o fascínio exercido por esse escritor que nada deve aos mestres do gênero e, em muitos aspectos, os ultrapassa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dinheiro Sujo (Lew Archer #13)”, de Ross Macdonald, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1989 e com 262 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 262
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8571640467
ISBN13: 9788571640467
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
