
Título: Direito e Arte. Os Desafios da Pessoalidade
Autor: Bernardes Maia
Sinopse: Nesta obra coletiva questões jurídicas relevantes na contemporaneidade são enfrentadas a partir de manifestações artísticas no cinema, na literatura e na música. Muitos desafios da pessoalidade são melhor externados por artistas que não estão focados no fenômeno jurídico mas que, paradoxalmente, conseguem captar a realidade da vida alcançada pelo Direito. Eis o desafio de trinta e três autores, em vinte textos, que se debruçam sobre temáticas conflituosas, do início da vida até o seu fim. Os temas sugerem a interdisciplinaridade de modo que a abordagem não fica restrita ao Direito, alcançando, também, a Medicina, a Psicologia e a Filosofia.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Direito e Arte. Os Desafios da Pessoalidade”, de Bernardes Maia, publicado pela editora Arraes Editores, em 2015 e com 223 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Arraes Editores
Páginas: 223
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582382030
ISBN13: 9788582382035
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,379
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,43
Sobre a editora
Os livros da editora Arraes Editores convidam a uma leitura densa e reflexiva, focada em temas jurídicos contemporâneos e suas interfaces com a sociedade e a política. A maior parte das obras aborda questões complexas do Direito, como direitos humanos, direito internacional, constitucionalismo, e a relação entre direito e filosofia, com uma linguagem que privilegia o rigor analítico e o debate crítico. O catálogo sugere um público leitor interessado em estudos aprofundados, com textos que combinam análise teórica e aplicação prática, muitas vezes em contextos atuais como a pandemia, o ativismo judicial ou a crise climática. Há obras que exploram ainda a interdisciplinaridade, aproximando o Direito de áreas como a Psicologia, a Filosofia e a Literatura, o que amplia o espectro de reflexão e o tom mais acadêmico.
