
Título: Direito e utopia: uma questão de justiça
Autor: Ícaro Uriel Brito França
Sinopse: Este livro trata de assuntos relacionados ao contexto “Direito e Utopia”. Busca, assim, por meio de uma breve análise histórica, um entendimento da evolução do ideal utópico pela busca de uma sociedade mais igualitária, buscando informações nas ideias renascentistas, iluministas e socialistas (utópicas e científicas). Busca-se compreender, também, como é formado um ideal utópico, que se inicia por meio de senso de moral que todo individuo possui. Procura-se compreender também a utopia de busca de direitos fundamentais e humanos através da evolução histórica do Brasil, fazendo um apanhado sobre a evolução do Direito Constitucional no Brasil, desde as origens de suas fontes primárias (Direito Romano-Germânico) até a feitura da Constituição de 1988 (a Constituição Cidadã). Há ainda uma reflexão a respeito dos atuais problemas pertinentes ao Judiciário Brasileiro. Por fim, é apresentado o novo desafio ao Direito e à sociedade; a busca de Direitos Humanos em um sentido mais abrangente, em um sentido mundial. Relata-se assim todos os mecanismos e tentativas para a concretização dessa nova utopia que ultrapassa as fronteiras nacionais.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Direito e utopia: uma questão de justiça”, de Ícaro Uriel Brito França, publicado pela editora Quimera Antologias, em 2024 e com 79 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quimera Antologias
Páginas: 79
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Quimera Antologias convidam o leitor a explorar universos literários marcados pela diversidade temática e pela forte presença da poesia e da narrativa curta. O catálogo privilegia antologias que transitam entre o lírico e o sombrio, com poemas que vão da celebração da natureza e da primavera até mergulhos em emoções obscuras e góticas. Há também espaço para contos que abordam o oculto, o fantástico e o horror, além de narrativas que exploram conflitos humanos profundos, como dilemas morais, relações afetivas complexas e desafios sociais contemporâneos. A linguagem tende a ser intensa e evocativa, com ritmo que ora se faz contemplativo, ora se torna tenso e inquietante, revelando uma preferência por obras que provocam reflexão e envolvimento emocional.
