
Título: Direitos Reais
Autor: Cristiano Chaves de Farias
Sinopse: Este livro mantém a firme linha ideológica que caracteriza o nosso trabalho: a visão constitucionalizada do Direito Civil. A crença de que a efetivação da norma constitucional é libertária e afirmará ideais de uma sociedade mais equilibrada. Neste livro uniram os esforços intelectuais em torno de um ideal comum: apresentar uma obra de Direito Civil que, a um só tempo, conseguisse transmitir aos estudantes, com didática e linguagem acessível, o panorama geral do ramo mais cotidiano da vida humana, além de conseguir atingir os profissionais (magistrados, membros do Ministério Público, advogados, Defensores Públicos e professores), estreitando o diálogo com os temas do Direito Privado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Direitos Reais”, de Cristiano Chaves de Farias, publicado pela editora Lumen Juris, em 2006 e com 716 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lumen Juris
Páginas: 716
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573879297
ISBN13: 9788573879292
Sobre a editora
Os livros da editora Lumen Juris costumam oferecer uma leitura densa e focada em temas jurídicos contemporâneos, com forte ênfase em análises acadêmicas e pesquisas aprofundadas. O catálogo revela obras que abordam desde questões processuais e criminais até debates sobre direitos humanos, políticas públicas e direito empresarial, sempre com um tom crítico e fundamentado. A linguagem, apesar de técnica, busca ser acessível em alguns títulos, favorecendo tanto profissionais quanto estudantes. Há uma clara preocupação em apresentar estudos que dialogam com a realidade brasileira, incluindo temas como encarceramento feminino, judicialização de direitos sociais e desafios do sistema penal. O material de apresentação indica que o leitor encontrará textos que privilegiam o rigor científico e a reflexão ética, com ritmo que pode variar entre o mais analítico e o mais discursivo.
