
Título: Discos do Crepusculo, Os
Autor: Volpato Cadão
Sinopse: Autor de sete livros de ficção (quatro de contos – este é o quinto –, um romance e dois infantis), Cadão Volpato é também um dos grandes letristas “ocultos” do ouvido popular dominante, a voz do Fellini, a banda cujo nome homenageava o Federico e já indicava a importância da cultura italiana como referência de jornada. A banda-culto do letrista-cantor-oculto atravessou os anos 80 e declinou e inclinou e morreu e renasceu quantas vezes deu na telha e na verdade, todas as vezes que pareceu necessário, e desnecessário. Cadão estava lá, e está aqui. E isso é importante porque este é um livro sobre os anos 80. Sobre a música dos anos 80. Sobre ouvir, e fazer, e viver, música naquela década. Sobre crescer nos anos 80, em São Paulo, no mundo, ouvindo música, fazendo música, vivendo música. Sem saudosismo. Cadão Volpato toca os discos do crepúsculo na rotação certa, sem pressa e sem tristeza. Para o leitor, para si mesmo. Ouvimos (lemos) uma espécie de música em declínio, na qual o que se declina é a fluência tranquila de um barco no horizonte, partindo, ou chegando, para uma festa do passado ou do futuro, enquanto o presente segue seu ritmo inexorável, produzindo novas memórias e sonhando antigas. Então, na verdade, este é um livro sobre música, a música da vida. Mauro Gaspar
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Discos do Crepusculo, Os”, de Volpato Cadão, publicado pela editora Numa Editora, em 2017 e com 190 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Numa Editora
Páginas: 190
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8567477085
ISBN13: 9788567477084
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora NUMA EDITORA apresentam uma diversidade que vai do ensaio crítico à literatura poética e à crônica, sempre com um olhar atento à cultura brasileira e suas múltiplas expressões. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a memória, a arte e a história, frequentemente explorando temas como identidade cultural, música popular e linguagens artísticas. A leitura desses livros revela um ritmo que pode ser tanto reflexivo e denso, como no caso de análises literárias e filosóficas, quanto mais fluido e próximo do cotidiano, como nas crônicas e memórias. Há também espaço para trabalhos que misturam linguagens e formatos, como entrevistas, poesia híbrida e fotografia ensaística, indicando um interesse pela experimentação e pela pluralidade de vozes.
