
Título: Ditadura, fontes históricas e usos do passado
Autor: Meize Regina de Lucena Lucas
Sinopse: Livro com artigos apresentados no VI Seminário Internacional História e Historiografia, nos seminários temáticos “Ditadura civil-militar brasileira, comportamento e políticas do cotidiano”, “Fontes, imagina- ção e narrativas do passado”, “Ditaduras militares na América Latina, transições democráticas e usos polí- ticos do passado” e “Ditadura, disputas de memória e o papel dos historiadores no Brasil”. Os textos aqui reunidos trazem análises sobre o período da Ditadura no Brasil a partir de fontes tradicionais e dos arquivos abertos ao público a partir da década de 1990, bem como o impacto da ascensão da extrema-direita na atualidade, reflexo do período de autoritarismo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ditadura, fontes históricas e usos do passado”, de Meize Regina de Lucena Lucas, publicado pela editora SertãoCult, em 2020 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SertãoCult
Páginas: 320
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6587429491
ISBN13: 9786587429496
Sobre a editora
Os livros da editora SertãoCult convidam o leitor a um mergulho em temas que transitam entre o urbano e o regional, com forte presença de perspectivas acadêmicas e culturais brasileiras. A experiência de leitura revela um interesse por narrativas que exploram a complexidade das cidades, como fragmentos múltiplos e contraditórios, e pela valorização de saberes ligados à memória, história e educação, especialmente em contextos locais e populares. O catálogo sugere um diálogo entre textos mais densos, com linguagem crítica e reflexiva, e obras que apresentam uma abordagem mais acessível e didática, como propostas para ensino e divulgação científica. O ritmo das obras varia do ensaio acadêmico à poesia de denúncia, passando por relatos de trajetórias pessoais e coletivas, que enfatizam a interdisciplinaridade e a escuta atenta das vozes marginalizadas.
