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Do Cidadao

Título: Do Cidadao

Autor: Thomas Hobbes

Sinopse: Lupus est homo homini lupus (O homem é o lobo do próprio homem) Em meados do século XVII, a Inglaterra era marcada pela tensão entre o poder absolutista dos reis e os anseios liberalistas da burguesia. A disputa resultaria em repressão social, emigração crescente para a América, guerra civil e revolução. Em meio ao caos, Thomas Hobbes descreve, em Do Cidadão, uma doutrina baseada no pacto social e nos direitos divino e do governo civil. Hobbes elabora uma filosofia moral e política cujo propósito principal é evitar a guerra. Por muito tempo, essa foi considerada sua obra-prima, até a ascensão do Leviatã. As duas obras, entretanto, complementam-se para o entendimento de seus modelos de política moderna, reestruturação social e obediência à autoridade. Quantos reis (e quantos homens bons, também), tendo em conta esse erro segundo o qual é legítimo executar um rei tirano, não foram assassinados? Quantas gargantas cortou essa falsa posição, que um príncipe, por certas causas, pode ser por certos homens deposto? E quanto sangue não foi derramado por essa errônea doutrina, segundo a qual os reis não são superiores à multidão, mas apenas seus administradores?

Contexto da obra

Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Do Cidadao”, de Thomas Hobbes, publicado pela editora Edipro, em 2016 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.

Editora: Edipro

Páginas: 288

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8572839623

ISBN13: 9788572839624

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,411
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 2,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Thomas Hobbes conduz a um mergulho denso e rigoroso na filosofia política, onde a análise da natureza humana se entrelaça com a construção do Estado. O tom é firme e argumentativo, marcado por uma prosa que equilibra clareza e complexidade, exigindo atenção cuidadosa do leitor. A tensão se estabelece entre a visão do homem como um ser competitivo e a necessidade de um poder absoluto para garantir a ordem social. O ritmo varia entre passagens mais densas, com conceitos filosóficos e jurídicos, e momentos de metáforas vívidas que ajudam a visualizar o Estado como um organismo artificial. Essa experiência provoca reflexões sobre autoridade, contrato social e o equilíbrio entre liberdade e segurança.

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Sobre a editora

A experiência de leitura dos livros da editora Edipro revela um foco claro em obras densas e técnicas, voltadas principalmente para o campo do Direito e das ciências sociais aplicadas. O catálogo privilegia textos que combinam rigor acadêmico com atualizações legislativas, como manuais sobre legislação, compilações de normas jurídicas e análises aprofundadas de temas como direito penal, direito civil e filosofia do direito. A linguagem tende a ser formal e precisa, adequada a profissionais, estudantes e operadores do Direito, com obras que frequentemente apresentam notas explicativas, índices remissivos e atualizações legislativas recentes. Além disso, há espaço para clássicos da filosofia e da política, que dialogam com temas jurídicos e sociais, conferindo um tom reflexivo e histórico ao conjunto editorial.

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