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Do cidadão (Coleção Clássicos)

Título: Do cidadão (Coleção Clássicos)

Autor: Thomas Hobbes

Sinopse: Por muito tempo se considerou "Do cidadão" como a obra mais importante de Hobbes. Hoje, a maior parte dos estudiosos se concentra no Leviatã, o que nos dá, justamente, uma boa razão para ler "Do cidadão". Sob vários aspectos, os dois livros se complementam, havendo passagens que se repetem, mas muitas outras em que um esclarece o outro. Destas, provavelmente, a mais importante diz respeito à visão do homem na sociedade. O mesmo Hobbes que no Leviatã insistirá com tanta ênfase em que "as leis de natureza ... são contrárias a nossas paixões naturais, as quais nos fazem tender para a parcialidade, o orgulho, a vingança e coisas semelhantes" e dirá que "os homens não tiram prazer algum da companhia uns dos outros (e sim, pelo contrário, um enorme desprazer); quando não existe um poder capaz de manter a todos em respeito" aqui afirma com mais freqüência os benefícios da companhia dos homens. É claro que a estrutura básica permanece a mesma, de uma oposição entre o estado de natureza e o estado civil, entre a desordem e· a sociedade; mas há algumas indicações de uma semi-socialidade já antes de haver a sociedade, o que no Leviatã praticamente desaparece.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Do cidadão (Coleção Clássicos)”, de Thomas Hobbes, publicado pela editora Martins Fontes, em 1992 e com 380 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Martins Fontes

Páginas: 380

Ano: 1992

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 8533600402

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Thomas Hobbes conduz a um mergulho denso e rigoroso na filosofia política, onde a análise da natureza humana se entrelaça com a construção do Estado. O tom é firme e argumentativo, marcado por uma prosa que equilibra clareza e complexidade, exigindo atenção cuidadosa do leitor. A tensão se estabelece entre a visão do homem como um ser competitivo e a necessidade de um poder absoluto para garantir a ordem social. O ritmo varia entre passagens mais densas, com conceitos filosóficos e jurídicos, e momentos de metáforas vívidas que ajudam a visualizar o Estado como um organismo artificial. Essa experiência provoca reflexões sobre autoridade, contrato social e o equilíbrio entre liberdade e segurança.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.

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