
Título: Do Mal: Para introduzir em filosofia o conceito de mal
Autor: Denis L. Rosenfield
Sinopse: O conceito de vontade maligna é recusado por Kant, Schelling e Hegel. O pressuposto dessa recusa é que a sociedade admite como existentes regras tão firmes e estabelecidas que qualquer "desordem ou perturbação não seriam senão transtornos ou disfunções provisórias". No entanto, os vários pensamentos que atribuíram um curso racional à história foram contestados pelos caminhos tomados por esta própria história foram contestados pelos caminhos tomados por esta própria história, a tal ponto que situações desconhecidas implicaram numa reinterpretação do que até então se pensava ser o homem e a ação humana. Nesta reinterpretação necessária, como dar conta de uma ação regrada de destruição, uma faculdade ativa cuja meta é exatamente a negação de uma sociedade regrada? Basta simplesmente lançar à história uma oposição que o pensamento recusa como contraditória? Passar do mal como fato histórico à formulação de proposições filosóficas que deem conta dele, ou seja, introduzir o conceito de mal em filosofia numa perspectiva ético-política - este é o objetivo deste ensaio de Denis Rosenfield.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Do Mal: Para introduzir em filosofia o conceito de mal”, de Denis L. Rosenfield, publicado pela editora L&PM, em 1988 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: L&PM
Páginas: 152
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora L&PM oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o contemporâneo, com obras que exploram desde narrativas densas e filosóficas até histórias leves e envolventes. O catálogo traz tanto romances policiais com tramas intricadas e personagens que investigam mistérios quanto crônicas e relatos de viagem que evocam imagens vívidas de culturas e lugares distantes. Há um cuidado evidente com a diversidade de temas, que vão da literatura juvenil e infantojuvenil até obras de não ficção sobre comportamento e história, sempre com uma linguagem acessível e um ritmo que pode variar entre o mais reflexivo e o mais ágil.
