
Título: Do Modo de Existência dos Objetos Técnicos
Autor: Gilbert Simondon
Sinopse: "Podemos dar o nome de fase mágica à fase primitiva e original da relação do homem com o mundo, considerando o modo mágico de existência como aquele que é pré-técnico e pré-religioso [...]. O modo mágico de relação com o mundo não é inteiramente desprovido de organização. Ao contrário, é rico em organização implícita, ligada ao mundo e ao homem. A mediação entre homem e mundo ainda não está concretizada e constituída separadamente, por meio de objetos ou de seres humanos especializados, mas existe funcionalmente numa primeira estruturação, a mais elementar de todas ? a que faz surgir a distinção entre figura e fundo no universo. [...] O universo mágico original, rico em potenciais, estrutura-se ao se desdobrar. A tecnicidade aparece como um dos dois aspectos de uma solução para o problema da relação entre homem e mundo. O outro aspecto, simultâneo e correlato, é a instituição das religiões." Gilbert Simondon Acabamento: Brochura. Peso: 480g. Dimensões: 21 x 14 x 2.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Do Modo de Existência dos Objetos Técnicos”, de Gilbert Simondon, publicado pela editora Contraponto, em 2020 e com 384 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Contraponto
Páginas: 384
Ano: 2020
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9786556390031
Sobre a editora
Os livros da editora Contraponto convidam a uma leitura que transita entre a reflexão histórica, o pensamento crítico e a narrativa que valoriza a profundidade intelectual. O catálogo revela obras que abordam temas como biografias de figuras históricas, análises políticas e sociais, além de ensaios que exploram a cultura contemporânea e a condição humana. A linguagem costuma ser densa e precisa, com textos que exigem atenção ao detalhe e oferecem múltiplas camadas de interpretação. Há uma presença marcante de obras que dialogam com o passado para iluminar questões atuais, apresentando um ritmo que varia entre o didático e o contemplativo.
