
Título: Do Tempo em Que Voyeur Precisava de Binoculos
Autor: Luize Valente
Sinopse: O primeiro livro de contos da autora de Sonata em Auschwitz. Como eram as relações amorosas num tempo offline? Sem internet e rede sociais para aplacar solidões e, muitas vezes, adiar mergulhos profundos nos relacionamentos? É neste universo que se encontram os protagonistas de Do tempo em que voyeur precisava de binóculos. Três histórias ambientadas nos anos 1990 que trazem, com certo humor saudosista, as instigantes relações de personagens com a casa — a sua, a alheia, a metafórica. Um homem, cansado da solidão entediante do apartamento, começa a observar os moradores do prédio em frente. Ao se apaixonar por uma vizinha decide interferir na vida alheia e acaba por dar uma guinada em seu próprio destino. Uma mulher para quem a imposição da mudança de país, e de casa, leva à libertação do próprio corpo, sexualidade e casamento. Um casal que circula pelos cômodos da casa, onde se encontra literal e emocionalmente preso, e para o qual o incômodo de uma infiltração no banheiro é pretexto para o vazamento de tudo o que nunca é dito. Fio condutor das histórias, a casa surge como abrigo físico, paredes que resguardam loucuras e obsessões, mas que também aprisionam e se deterioram, como morada íntima que se torna, afinal, alter ego dos próprios corpos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Do Tempo em Que Voyeur Precisava de Binoculos”, de Luize Valente, publicado pela editora Record, em 2019 e com 126 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Record
Páginas: 126
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8501117161
ISBN13: 9788501117168
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Record costumam apresentar narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, seja por meio de contos com temas de memória e verdade, seja em romances que abordam tragédias pessoais e dilemas morais. A linguagem varia do lírico e poético ao direto e envolvente, com obras que transitam entre o romance histórico, o suspense policial e a literatura nacional contemporânea. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos densos e reflexivos e histórias que mantêm o leitor imerso em tramas emocionais, muitas vezes marcadas por conflitos íntimos e sociais. A diversidade de temas inclui desde investigações policiais até biografias e análises históricas, o que proporciona uma experiência de leitura multifacetada, sem perder o foco na profundidade dos personagens e das situações.
