
Título: Dogma da Culpa, O
Autor: Roberto França
Sinopse: O autor foi Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, atuando principalmente na Comarca de Sapucaia e na Curadoria de Fundações do Interior e da Capital do Estado, e também professor de Direito Criminal da Universidade Sa nta Úrsula, após nela ter lecionado Introdução à Ciência das Finanças. Foi Advogado Orientador de Prática Forense na Faculdade de Direito Cândido Mendes de Ipanema, onde também lecionou Direito Penal e Direito Processual Penal, e se aposentou como Pr ocurador de Justiça. Por ser uma proposta de mudança de vida, métodos e pensamentos, esta obra de Roberto França pode interessar a todos os leitores, mas é especialmente dedicada aos estudantes de Direitos e cursos afins, tendo em vista a atual neces sidade de reformulação da Justiça e de sua administração, principalmente com relação à Pena, sua utilidade e aplicabilidade, sua proporcionalidade e certeza.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Dogma da Culpa, O”, de Roberto França, publicado pela editora TOPBOOKS, em 2005 e com 262 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: TOPBOOKS
Páginas: 262
Ano: 2005
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574750980
ISBN13: 9788574750989
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,420
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
