
Título: Dois Amores, Duas Cidades
Autor: Corção Gustavo
Sinopse: Este livro versa sobre os passos e as experiências do homem em busca de um mundo melhor ou em busca de si mesmo. O autor quis esboçar o mapa cultural da civilização ocidental moderna e estudar com atenção as correntes de ideias, os erros e os extravios que enchem de sinais o testamento da grande civilização de que todos somos egressos. Corção afirma que o mundo que está para nascer depende do amor que tivermos e que soubermos projetar no firmamento cultural da civilização: "Continuo a crer na fecundidade e na eficácia do amor, e continuo a crer que a forma do mundo futuro está dentro de nós. É aí, onde se processa o primeiro dos diálogos, entre o homem e Deus, e entre o homem e sua própria alma, é aí que nascem as civilizações".
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Dois Amores, Duas Cidades”, de Corção Gustavo, publicado pela editora Vide Editorial, em 2019 e com 672 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Vide Editorial
Páginas: 672
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8595070695
ISBN13: 9788595070691
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,100
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,80
Sobre a editora
Os livros da editora VIDE EDITORIAL convidam o leitor a um mergulho denso em temas que transitam entre filosofia, história e política, com uma abordagem que privilegia análises críticas e detalhadas. A experiência de leitura tende a ser marcada por textos que exploram conflitos ideológicos, debates intelectuais e revisões históricas, muitas vezes com tom argumentativo e ritmo reflexivo. O catálogo sugere uma predileção por obras que discutem o poder, a ideologia e as narrativas culturais, apresentando tanto exposições rigorosas quanto ensaios que desafiam visões consolidadas. Há livros que propõem uma leitura estratégica e profunda, enquanto outros adotam um formato mais ensaístico e discursivo, contemplando desde a filosofia clássica até temas contemporâneos de geopolítica e cultura.
