
Título: DOIS PAPAS: MINHAS LEMBRANÇAS COM BENTO XVI E FRANCISCO
Autor: Herranz Julián
Sinopse: Ao longo de seis décadas, o autor Julián Herranz acompanhou pessoalmente seis papas e o Concílio Vaticano II. Portanto, foi um observador privilegiado das profundas transformações no mundo e na igreja. No livro "Dois papas" ele relata suas memórias pessoais com os papas Bento XVI e Francisco. "Como fomos edificados pela sua personalidade de homem de Igreja, homem de coração eclesial". Assim o Papa Francisco lembra um almoço com o cardeal Herranz, em uma carta que se encontra no início deste livro. O olhar do autor, cheio de amor eclesial, se estende pelo passado, mas não se detém nele: aposta também no futuro. O futuro de uma Igreja que continua a ser a mesma que nasceu no Cenáculo de Jerusalém e sonhava em "ir a todas as nações" (Mt 28, 19) para anunciar o Evangelho da alegria.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “DOIS PAPAS: MINHAS LEMBRANÇAS COM BENTO XVI E FRANCISCO”, de Herranz Julián, publicado pela editora CULTOR DE LIVROS, em 2023 e com 352 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: CULTOR DE LIVROS
Páginas: 352
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556383629
ISBN13: 9788556383624
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Cultor de Livros oferecem uma experiência de leitura marcada por temas espirituais e religiosos, com foco em obras que combinam tradição e reflexão profunda. O catálogo privilegia textos que exploram a vida de santos, práticas devocionais e fundamentos da fé cristã, muitas vezes com linguagem acessível e ilustrações que enriquecem a compreensão. A narrativa tende a ser contemplativa e instrutiva, voltada para leitores interessados em aprofundar a vida interior e a espiritualidade prática, mas também há espaço para biografias e relatos que humanizam figuras religiosas. O tom varia entre o didático e o inspirador, com ritmo que favorece a meditação e o diálogo respeitoso sobre questões existenciais e morais.
