
Título: Dom Quixote das crianças: 1311
Autor: Monteiro Lobato
Sinopse: A turma do Sítio do Picapau Amarelo e o engenhoso fidalgo “Dom Quixote não é somente o tipo do maníaco, do louco. É o tipo do sonhador, do homem que vê as coisas erradas, ou que não existem. É também o tipo do homem generoso, leal, honesto, que quer o bem da humanidade, que vinga os fracos e inocentes – e acaba sempre levando na cabeça, porque a humanidade [...] não compreende certas generosidades.” Aqui, Dona Benta conta para a turma do Sítio do Picapau Amarelo a história do engenhoso fidalgo Dom Quixote de la Mancha. De Emília ao Visconde de Sabugosa, todos se encantam com as aventuras desse cavaleiro meio louco, meio sonhador. Publicada pela primeira vez em 1936, esta adaptação é um presente do grande Monteiro Lobato às crianças brasileiras, no qual faz uma homenagem à história clássica criada pelo espanhol Miguel de Cervantes há mais de quatrocentos anos.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Dom Quixote das crianças: 1311”, de Monteiro Lobato, publicado pela editora L&PM, em 2019 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: L&PM
Páginas: 240
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8525438073
ISBN13: 9788525438072
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 17,80
- Largura (cm): 10,70
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora L&PM oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o contemporâneo, com obras que exploram desde narrativas densas e filosóficas até histórias leves e envolventes. O catálogo traz tanto romances policiais com tramas intricadas e personagens que investigam mistérios quanto crônicas e relatos de viagem que evocam imagens vívidas de culturas e lugares distantes. Há um cuidado evidente com a diversidade de temas, que vão da literatura juvenil e infantojuvenil até obras de não ficção sobre comportamento e história, sempre com uma linguagem acessível e um ritmo que pode variar entre o mais reflexivo e o mais ágil.
