
Título: Dôme (Tome 1): Dome 1
Autor: Stephen King
Sinopse: Un matin d'automne, la petite ville de Chester Mill, dans le Maine, est inexplicablement et brutalement isolee du reste du monde par un champ de force invisible. Personne ne comprend ce qu'est ce dome transparent, d'ou il vient et quand - ou si - il partira. L'armee semble impuissante a ouvrir un passage tandis que les ressources a l'interieur de Chester Mill se rarefient. Jim Rennie, premier adjoint de Chester Mill, voit tout de suite le benefice qu'il peut tirer de la situation, lui qui a toujours reve de mettre la ville sous sa coupe. Un nouvel ordre social regi par la terreur s'installe et la resistance s'organise autour de Dale Barbara, veteran d'Irak et chef cuistot fraichement debarque en ville...Allegorie du totalitarisme, reflexion sur la nature humaine et sa resistance aux situations extremes, et page-turner irresistible, Dome signe le retour du King a son meilleur. Clementine Goldszal, Elle.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dôme (Tome 1): Dome 1”, de Stephen King, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2013 e com 840 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 840
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9782253169789
ISBN13: 9782253169789
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
