
Título: Dominados Pelo Desejo
Autor: Mary Christopher
Sinopse: Sonho ou realidade? Como sonhara desde que entrara para a faculdade para se especializar em vitivinicultura, Katarin Jameson estava agora administrando a vinicultura de seus ancestrais, em plena Floresta Negra. Só não estava em seus sonhos o que acontecia agora: conhecera o encantador barão von Drachensberg. A atração entre eles foi imediata, mas muitas coisas se interpunham entre eles. Além de nem de longe Katarin ter sangue-azul para pretender ser a esposa do barão, havia ainda a condessa, sua mãe, que era apegada às tradições da nobreza, e Franziska, sua noiva, imatura e insuportavelmente aristocrática. Inesperadamente, foram eleitos para representar o papel do Rei e da Rainha da Festa do Vinho. Que martírio seria para ela passar aqueles dias o tempo todo ao lado dele nas festas e nas cerimônias! Era um martírio resistir ao fascínio daquele homem encantador...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dominados Pelo Desejo”, de Mary Christopher, publicado pela editora Três, em 1983 e com 130 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Três
Páginas: 130
Ano: 1983
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Três costumam apresentar uma leitura que combina biografias marcantes, temas ligados a espiritualidade e esoterismo, e reflexões sobre cultura e história. O catálogo sugere uma diversidade entre obras mais narrativas, como relatos de vida e trajetórias históricas, e outras com tom mais informativo e didático, voltadas para autoconhecimento e comunicação. A linguagem é clara e acessível, muitas vezes com um ritmo que facilita o entendimento de assuntos complexos, como técnicas de comunicação ou mistérios culturais. O leitor encontra ainda uma presença constante de temas ligados à espiritualidade, religião e tradições populares, que dão um tom contemplativo e por vezes investigativo às obras.
