
Título: Domus, 1965-1969
Autor: Deyan. Sudjic
Sinopse: Per ottant'anni la rivista Domus è stata salutata come la rivista di architettura e design più influente del mondo. Fondata nel 1928 dall'architetto milanese Giò Ponti, è sempre rimasta fedele al suo intento iniziale, cioè quello di offrire un punto di vista privilegiato su tutto quello che identifica una particolare periodo, dall'Art Deco al Movimento modernista, dal Funzionalismo al Pop. Concepito con un layout chiaro ed elegante e corredato da articoli chiari ed esaustivi, pagina dopo pagina Domus è la rivista che meglio illustra l'arte e l'architettura a livello mondiale. Questo sesto volume copre gli anni dal 1965 al 1969 quando si verificò un cambiamento radicale sia in architettura che nel design e nell'arredamento. I valori prima ampiamente riconosciuti, quali la funzionalità, l'eleganza, il rispetto dei materiali furono accantonati per lasciare spazio alle idee pop e alla critica socioculturale delle nuove generazioni di architetti e designer che volevano differenziarsi dai loro padri. In questo sesto volume troviamo i progetti di Joe Colombo, Ettore Sottsass, Gae Aulenti, Oscar Niemeyer e Giò Ponti.
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Domus, 1965-1969”, de Deyan. Sudjic, publicado pela editora Taschen, em 2008 e com 580 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: Taschen
Páginas: 580
Ano: 2008
Edição: Mul
Linguagem: en
ISBN: 9783836509565
ISBN13: 9783836509565
Sobre a editora
Os livros da editora TASCHEN convidam o leitor a uma experiência visual intensa, marcada por reproduções em grande formato e detalhamento minucioso. Seu catálogo costuma explorar temas que transitam entre a arte, a arquitetura, a história cultural e a fotografia, revelando desde manuscritos medievais até a evolução do design e da cultura pop. A leitura desses volumes combina textos informativos com imagens que dialogam diretamente com o conteúdo, criando um ritmo que é tanto didático quanto contemplativo. Embora haja uma forte presença de obras sobre mestres clássicos e movimentos artísticos, também se encontram títulos que abordam histórias visuais contemporâneas e fenômenos culturais, com variações entre narrativas mais documentais e outras mais ensaísticas.
