
Título: Don't Go to College: A case for revolution
Autor: Michael Robillard
Sinopse: An examination of how America's colleges have become an intellectual hell on Earth for anyone who wishes to think rationally and seek truth and wisdom, as well as a plan for how young citizens can claim and safeguard the learning and heritage to which they are entitled. From safe-spaces and warnings, to grievance studies and neo-Marxist indoctrination, to sexual degeneracy and hook-up culture, to student loan indentured servitude, to useless degrees with no translatable real-world application, the modern-day American university now functions as the complete inversion of its original purpose. Rather than creating civically-minded, competent citizens and adults able to provide for themselves, their families, and their society, America’s universities now as institutional assembly lines for the production of the new 21st century global citizen-serf: atomized, infantilized, dependent, and pacified. This book provides the definitive diagnosis of what exactly happened to America’s universities while giving the reader a blueprint for how young citizens, parents, and local communities alike can safeguard, escape, and begin resisting such pernicious indoctrination and illogical woke nonsense.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Don’t Go to College: A case for revolution”, de Michael Robillard, publicado pela editora Regnery, em 2022 e com 234 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Regnery
Páginas: 234
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1684512972
ISBN13: 9781684512973
Sobre a editora
Os livros da editora Regnery costumam mergulhar em narrativas que exploram conflitos políticos e históricos com um tom direto e crítico. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens ou figuras públicas marcantes, cujas trajetórias são apresentadas com intensidade e, por vezes, em tom autobiográfico ou de análise pessoal. O catálogo traz obras que discutem temas como conservadorismo, confrontos ideológicos e desafios institucionais, com ritmo que varia entre relatos contundentes e investigações detalhadas. As sinopses sugerem um foco em histórias que combinam posicionamento político firme com relatos de bastidores e experiências pessoais.
