
Título: Don't Point That Thing at Me
Autor: Kyril Bonfiglioli
Sinopse: Introducing the Hon. Charlie Mortdecai, art dealer, aristocrat and assassin, in the first of the Mortdecai novels. Portly art dealer and seasoned epicurean Charlie Mortdecai comes into possesion of a stolen Goya, the disappearance of which is causing a diplomatic ruction between Spain and its allies. Not that that matters to Charlie ... until compromising pictures of some British diplomats also come into his possession and start to muddy the waters. All he's trying to do is make a dishonest living, but various governments, secret organizations and an unbelievably nubile young German don't see it that way and pretty soon he's in great need of his thuggish manservant Jock to keep them all at bay ... and the Goya safe. First published in the 1970s, this hilarious novel is part Ian Fleming part P G Wodehouse. It is now a major motion picture starring Johnny Depp as Mortdecai, Ewan McGregor as Jock and Gwyneth Paltrow.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Don’t Point That Thing at Me”, de Kyril Bonfiglioli, publicado pela editora Penguin Books, em 2014 e com 166 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 166
Ano: 2014
Edição: Re-Issue
Linguagem: inglês
ISBN: 0241970253
ISBN13: 9780241970256
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
