
Título: Dororo - Volume 03
Autor: Osamu Tezuka
Sinopse: Ambientado no Japão Feudal, Dororo é uma história de aventura e suspense, com toques de terror. Daigo Kagemitsu, vassalo de um general samurai oferece a 48 demônios 48 partes do corpo de seu filho que ainda não nascera, pedindo em troca o domínio sobre o Japão. O bebê nasce frágil sem partes importantes de seu corpo, e é logo atirado a um rio, de onde é resgatado por um curandeiro que lhe faz próteses e lhe salva a vida. O menino cresce sob o nome de Hyakkimaru e descobre a respeito de sua maldição: cada demônio daqueles 48 que ele matar o trará de volta uma parte de seu corpo, e logo sua humanidade roubada. Ele parte em sua jornada sobrenatural junto a Dororo, um menino ladrão, por entre fantasmas e demônios.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Dororo – Volume 03”, de Osamu Tezuka, publicado pela editora NewPOP e com 208 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: NewPOP
Páginas: 208
Ano:
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560647481
ISBN13: 9788560647484
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,360
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora NewPop costumam mergulhar em universos que misturam fantasia, drama e conflitos humanos intensos, geralmente com protagonistas jovens enfrentando dilemas profundos. Muitas narrativas exploram mundos paralelos, poderes sobrenaturais ou realidades alternativas, onde os personagens precisam lidar com perdas, amadurecimento precoce e relações complexas. O tom varia entre o sombrio e o esperançoso, com histórias que combinam ação e suspense a momentos de introspecção e emoção delicada. A presença recorrente de personagens adolescentes e jovens adultos cria uma experiência de leitura que dialoga com temas de identidade, redenção e sobrevivência, em um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo.
