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Dos Letramentos: escravidaão, escolas e professores no Brasil oitocentista

Título: Dos Letramentos: escravidaão, escolas e professores no Brasil oitocentista

Autor: Autor Desconhecido

Sinopse: A coletânea Dos Letramentos: Escravidão, escolas e professores no Brasil Oitocentista reúne pesquisas recentes de um grupo de pesquisadores do projeto “Escrita, escolarização, cor e letrados no Brasil da escravidão e da pós-emancipação (1860-1908) – as experiências de escravizados, libertandos, libertos e seus descendentes”, Edital Universal do CNPq. Na perspectiva dos debates contemporâneos sobre ensino de história (lei 10.639, sobre o ensino de História da África e dos afrodescendentes, assim como formulações sobre a Educação Quilombola), há poucas indicações e mesmo silêncios sobre as experiências de letramento e escolarização no Brasil da escravidão e da pós-emancipação.No entanto, experiências de trabalho compulsório e racialização estavam nas mentalidades e mundos sociais. E isso inclui educação, escolarização e letramento. Reunir estas experiências e processos históricos nos conecta com agendas e repertório de pesquisas recentes, possibilitando releituras do passado por meio de personagens como André Rebouças, Machado de Assis ou Otaviano Hudson, intelectuais do passado que produziram saberes e conhecimentos registrados em diferentes documentos históricos. pelas memórias e histórias. Mas, também, daqueles silenciados, como os estudantes da escola para libertos, pensada e garantida em inventário pela Condessa do Rio Novo, ou o quilombola, que levou consigo fragmentos de uma gramática para ensinar as primeiras letras. Além disso, não podemos deixar de mencionar os papeizinhos escritos por escravizados que se organizavam e se rebelavam, causando espanto entre os letrados das classes mais abastadas. Afinal, dominar códigos de escrita e leitura pertencia ao mundo da liberdade, branco e masculino, e esta coletânea apresenta por meio das pesquisas que a compõem os que romperam tais paradigmas forjados desde a diáspora forçada da África até as construções que conectam o chamado Atlântico Negro.

Contexto da obra

Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Dos Letramentos: escravidaão, escolas e professores no Brasil oitocentista”, de Autor Desconhecido, publicado pela editora Malê, em 2022 e com 263 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.

Editora: Malê

Páginas: 263

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6587746861

ISBN13: 9786587746869

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Autor desconhecido oferece uma experiência marcada pela diversidade de gêneros e tons, onde o leitor pode transitar entre narrativas intensas e íntimas, que exploram emoções profundas, e textos que adotam um ritmo mais ágil e direto. Há obras que se apoiam em personagens complexos, cujas relações são tensionadas por dilemas afetivos ou conflitos internos, enquanto outras apresentam enredos que desafiam a realidade com elementos fantásticos ou sobrenaturais. Em alguns casos, a prosa se mostra acessível e prática, voltada para reflexões e temas contemporâneos, enquanto em outros momentos revela-se mais densa e multifacetada, convidando a uma imersão intelectual. Esse mosaico de estilos e temas faz com que o catálogo de Autor desconhecido seja um espaço para leitores que buscam tanto uma leitura emocionalmente envolvente quanto uma exploração de questões sociais, culturais e existenciais.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora MALE oferecem uma experiência de leitura marcada pela presença forte da cultura negra, com narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, o cotidiano e o histórico. A sensibilidade na construção dos personagens permite ao leitor entrar em suas casas, sentir suas dores e sonhos, muitas vezes atravessados por tensões sociais e políticas. O catálogo inclui obras que exploram desde contos com olhar atento às micro relações até romances distópicos com atmosfera angustiante, além de textos que misturam prosa poética e fragmentos de memória. A diversidade de estilos vai do relato ficcional à escrita ensaística, sempre com um tom que provoca reflexão e envolvimento emocional. Em muitos casos, a ancestralidade africana e a insurgência poética são temas centrais, revelando um compromisso com a representatividade e a reinterpretação das narrativas tradicionais.

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