
Título: Dragon Ball Z #22
Autor: Akira Toriyama
Sinopse: Depois de muita pancadaria, Goku finalmente conseguiu derrotar Freeza, mas quando tentava fugir de Namek, o planeta explodiu. Todos pensavam que o super saiyajin tivesse morrido, inclusive o Sr. Kaioh. Mas quando seus amigos reuniram as esferas do dragão de Namek, e pediram para ressuscitar Kulilin e Goku, o dragão disse que isso era impossível no caso do segundo, porque ele estava vivo. Enquanto isso, Freeza, que também sobreviveu a catástrofe de Namek, e seu poderoso pai chegaram a Terra, ávidos por vingança. E sem Goku, que continuava no espaço e só chegaria em três horas, parecia que eles conseguiriam alcançar seu objetivo. Mas quando Vegetal Piccolo, Gohan, Kulilin, Tenshinhan, Chaos e Yamcha preparavam-se para a luta, surgiu um misterioso rapaz, que se transformou em super saiyajin e, com apenas alguns golpes, cortou Freeza ao meio!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dragon Ball Z #22”, de Akira Toriyama, publicado pela editora Conrad, em 2002 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 148
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
