
Título: Dragon Ball Z #24
Autor: Akira Toriyama
Sinopse: Goku e os Guerreiros Z se separaram, e foram em busca dos inimigos, na cidade. Yamcha foi o primeiro a encontrá-los, e descobriu, da pior maneira, que eles são tão cruéis quanto Trunks havia descrito. Antes de poder avisar alguém, ele teve o peito transpassado, e ficou a beira da morte. Os Guerreiros Z perceberam o problema com o Ki de Yamcha, e também localizaram os inimigos. Goku se transformou em super saiyajin, e partiu para a batalha com os dois, que, apesar de muito fortes, não pareciam ser páreo para o lutador mais forte da Terra. Mas Goku começou a ficar mais cansado do que o normal e, repentinamente, o problema no coração previsto por Trunks se manifestou, e o saiyajin foi derrotado. Os outros Guerreiros Z aparentavam ser presas fáceis para os andróides. Mas, quando as esperanças pareciam chegar ao fim, surgiu Vegeta, mais poderoso do que nunca. Para surpresa de todos, ele também se transformou em super saiyajin, e começou a detonar os adversários.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dragon Ball Z #24”, de Akira Toriyama, publicado pela editora Conrad, em 2002 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 148
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
