
Título: Dragon Ball Z #25
Autor: Akira Toriyama
Sinopse: Para surpresa de todos, Vegeta também conseguiu se transformar em um super saiyajin, e partiu para cima dos andróides. Ele exterminou facilmente o primeiro deles, mas o outro, que na verdade e o Dr. Gero, fugiu. Os guerreiros Z saíram atrás dele. Num momento de distração, Piccolo foi pego pelo andróide, mas mostrou que esta muito poderoso, e não só se soltou, como estava dando um pau no Dr. Gero, quando Bulma apareceu, e o cientista louco aproveitou para escapar novamente, e ir para o seu laboratório. Lá chegando, ele despertou os temíveis andróides 17 e 18, que pareciam bonzinhos a princípio, mas destruíram o controle remoto que o Dr. tinha para usar contra eles, em casos de emergência. E os guerreiros Z já estão na porta do laboratório.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dragon Ball Z #25”, de Akira Toriyama, publicado pela editora Conrad, em 2002 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 148
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
