
Título: Dragon Ball Z #4 (Dragon Ball #20)
Autor: Akira Toriyama
Sinopse: Os saiyajins finalmente mostraram os seus poderes. Nappa resolveu lutar contra os guerreiros Z e mostrou que tem uma força descomunal.Ao ver Tenshinhan levando uma surra, Chaos tenta uma tática suicida, explodindo junto do saiyajin, mas de nada adianta. Tenshinhan também morre ao tentar usar o seu Kikoho contra o cruel inimigo, que nada sofre novamente. Piccolo, Kulilin e Gohan percebem que se lutarem individualmente morrerão, então atacam ao mesmo tempo e conseguem equilibrar um pouco a luta, mas ainda assim Nappa leva vantagem e quando esta prestes a pulverizar Gohan com um raio, Piccolo se põe na frente. Será que Piccolo morreu? E onde esta Goku?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dragon Ball Z #4 (Dragon Ball #20)”, de Akira Toriyama, publicado pela editora Conrad, em 2001 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 148
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8009601268
ISBN13: 7898009601266
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
