
Título: Drogas - A Porta da Perdição
Autor: Djalma Santos
Sinopse: As mães do crack. Será que vai chegar o dia em que a sociedade não irá olhar para esta mães com indiferença? Ou será que continuaremos a pensar que o uso de drogas é apenas consequência do mundo em que vivemos? Esta obra nos traz informações valiosas sobre o verdadeiro mundo das drogas e suas consequências para a saúde espiritual, mental e corporal do usuário; não fala somente sobre crack, mas sobre todas as drogas, legalizadas ou não, que diariamente â??invademâ? nossos lares, veiculadas pela mÃdia, influenciando nossos jovens, que em fase de formação, estão mais vulneráveis ao seu consumo. Djalma Santos nos mostra a importância da famÃlia, que deve estar â??sempre alertaâ? à s pequenas modificações de comportamento dos filhos e netos, podendo assim impedir que eles iniciem esta â??viagemâ?, que na maioria das vezes não tem um final feliz. â??Seguir Jesus de perto é a melhor terapia contra o uso de drogas â??.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Drogas – A Porta da Perdição”, de Djalma Santos, publicado pela editora IDEIA JURIDICA, em 2013 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: IDEIA JURIDICA
Páginas: 144
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8587873334
ISBN13: 9788587873330
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Ideia Jurídica convidam o leitor a explorar temas que transitam entre o direito, a espiritualidade e reflexões sobre a condição humana. O catálogo reúne obras que abordam desde aspectos técnicos, como o direito do consumidor e registros civis, até narrativas que exploram a vida após a morte e ensinamentos espirituais, criando um contraste entre o mais racional e o mais transcendental. A linguagem tende a ser clara e informativa, especialmente nos textos jurídicos, enquanto os relatos espirituais trazem um tom mais emotivo e meditativo. Essa mescla sugere um público interessado tanto em conhecimento prático quanto em reflexões existenciais, com obras que podem variar do didático ao mais narrativo e pessoal.
