
Título: Du sollst nicht sterben
Autor: Peter James
Sinopse: Vergiss nie, dass ich dir ganz nah bin Der sechste Fall für Detective Superintendent Roy Grace Das Metropol Hotel in Brighton: Nach einem ausgelassenen Silvesterfest wird eine junge Frau brutal vergewaltigt, als sie auf ihr Zimmer geht. Eine Woche später wird eine andere Frau angegriffen. Der Täter stiehlt beiden Opfern die teuren Designer-Schuhe. Das erinnert Roy Grace sehr an einen nie gelösten Fall aus dem Jahr 1997, als der, den sie damals den »Schuh-Dieb« nannten, fünf Frauen vergewaltigte und eine sechste tötete. Danach verschwand er spurlos. Ist der »Schuh-Dieb« wieder da? In seinem sechsten Fall muss Detective Superintendent Roy Grace weit in die Vergangenheit gehen, um eine neuerliche Serie von Vergewaltigungen aufzuklären.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Du sollst nicht sterben”, de Peter James, publicado pela editora S. Fischer Verlag, em 2012 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: S. Fischer Verlag
Páginas: 400
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9783104026152
Sobre a editora
Os livros da editora S. Fischer Verlag oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e atmosferas carregadas, onde o suspense psicológico e o drama humano se entrelaçam. É comum encontrar histórias que exploram conflitos internos profundos, como traumas do passado, dilemas morais e relações complexas entre personagens, frequentemente ambientadas em cenários urbanos ou isolados que reforçam o clima de tensão. O catálogo também revela uma atenção especial à linguagem, com textos que variam entre a elegância contida e a brutalidade direta, contemplando tanto o thriller angustiante quanto a prosa lírica e introspectiva. Há obras que privilegiam o ritmo acelerado e a ação, enquanto outras se detêm em momentos de reflexão silenciosa, sugerindo um equilíbrio entre o narrativo e o contemplativo.
