
Título: É Melhor se Recolher
Autor: Jivago Furlan Machado
Sinopse: Rafael é um jovem estudante tão comprometido com causas sociais que faz do mundo ao seu redor um teste para a coerência de sua conduta. Aparício é um professor que vive sem pressa, acompanhado de seu cachorro e das lembranças dos tempos de juventude rebelde. João das Cuias é um homem de sessenta e poucos anos, sem grandes ambições e nostalgias, benquisto peal vila. Os três habitam uma grande cidade no interior do Rio Grande do Sul, onde os grisalhos de meia idade não compreendem os modernismos atuais, por vezes condenando os devaneios teóricos dos universitários que incessantemente debatem questões desinteressantes aos olhos não acadêmicos, ignorando os que vivem na fronteira entre o urbano e o rural, onde subsistem modos periféricos de existência. Essa é uma história sobre angústia, violência, liberdade e fantasia, tudo isso no úmido outono gaúcho.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “É Melhor se Recolher”, de Jivago Furlan Machado, publicado pela editora Caravana, em 2024 e com 203 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Caravana
Páginas: 203
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6552232888
ISBN13: 9786552232885
Sobre a editora
Os livros da editora Caravana convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre a intimidade e o coletivo, frequentemente explorando temas como identidade, memória e relações humanas sob perspectivas diversas. O catálogo apresenta desde contos que misturam ficção e realidade, até poemas que dialogam com questões sociais e políticas, criando um ambiente de leitura que ora é reflexivo, ora carregado de tensão e emoção. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser densos e filosóficos ou ágeis e envolventes, atendendo a públicos que buscam tanto um mergulho introspectivo quanto histórias com ritmo narrativo marcado. As obras sugerem um interesse por vozes periféricas e múltiplas, incluindo perspectivas negras, LGBTQIA+ e regionais, revelando um cuidado em dar espaço a experiências pouco representadas.
