
Título: É necessário que os cristãos sofram?
Autor: Kenneth E. Hagin
Sinopse: A bíblia diz que os cristãos devem padecer de doenças e enfermidades? A "vida de fé" implica liberdade nas provações? O espírito pode levar os cristãos a provações? Ao responder esses e outras perguntas pertinentes a respeito do sofrimento, Kenneth E. Hagin declara: "Nunca compartilhei isso antes. Sempre digo que sou uma pessoa da fé - minha fé me deu a vitória, mas o Senhor começou a falar comigo a respeito disso. É necessário contar isso também". Neste livro, o Rev. Hagin põe fim às confusões, mostrando aos cristãos como vencer as provações e finalmente alcançar o cume das montanhas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “É necessário que os cristãos sofram?”, de Kenneth E. Hagin, publicado pela editora Graça Editorial, em 1990 e com 43 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Graça Editorial
Páginas: 43
Ano: 1990
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788573430943
Sobre a editora
Os livros da editora Graça Editorial convidam o leitor a uma imersão profunda na espiritualidade cristã, com foco em ensinamentos bíblicos e experiências de fé. A leitura costuma ser orientada por uma linguagem clara e didática, que aborda temas como ministério, dons espirituais, oração, jejum e o papel da igreja, sempre com um tom de encorajamento e preparação para a vida cristã. O catálogo traz obras que exploram tanto a dimensão pessoal da fé — como a busca pela presença de Deus e o fortalecimento interior — quanto o compromisso coletivo, como o chamado para ganhar almas e servir no ministério. Há também narrativas que dialogam com desafios cotidianos, como enfrentar tempestades da vida ou tomar decisões importantes sob a ótica bíblica. A experiência de leitura tende a ser reflexiva e edificante, com ritmo que varia entre exposições teológicas e relatos inspiradores, sem perder a conexão com o leitor comum.
