
Título: É SOLITÁRIO NO CENTRO DA TERRA
Autor: Zoe Thorogood
Sinopse: Indicada aos prêmios Eisner e Ringo, É Solitário no Centro da Terra é um olhar íntimo e metanarrativo sobre a vida de uma artista que precisa criar para sobreviver. Uma representação pungente e original da luta de uma jovem mulher com sua saúde mental – por meio dos altos e baixos da ansiedade, da depressão e da síndrome de impostora – à medida que ela forja uma carreira promissora na arte sequencial e se descobre ao longo do caminho. É Solitário no Centro da Terra é uma graphic novel autobiográfica de Zoe Thorogood, mesma autora de A Cegueira Iminente de Billie Scott.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “É SOLITÁRIO NO CENTRO DA TERRA”, de Zoe Thorogood, publicado pela editora Conrad, em 2024 e com 192 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Conrad
Páginas: 192
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6558032422
ISBN13: 9786558032427
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,412
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 0,88
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
