
Título: Ecstasy E A Cultura Dance
Autor: Nicholas Saunders
Sinopse: O Esctasy está amplamente difundido e sua popularidade não dá sinais de diminuir, apesar das intervenções legais e da publicidade negativa em torno dele. Uma sociedade livre não requer apenas liberdade de informação, mas a disponibilidade da informa ção de forma que os usuários possam entendê-la. O Ecstasy se diferencia de outras drogas recreativas na medida em que melhora a comunicação entre as pessoas. Foi isso que o tornou popular em eventos sociais. A utilização social do ecstasy como uma dr oga dance apresenta tanto resultados positivos quanto negativos - estes muito mais amplamente noticiados. Uma abordagem positiva da questão do uso do Ecstasy, seria oferecer educação de qualidade sobre as drogas, e métodos para reduzir os riscos.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Ecstasy E A Cultura Dance”, de Nicholas Saunders, publicado pela editora LIMIAR, em 1996 e com 295 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: LIMIAR
Páginas: 295
Ano: 1996
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8585938099
ISBN13: 9788585938093
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,410
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora Limiar oferecem um passeio por narrativas que misturam o urbano e o cotidiano com elementos inesperados, como a magia, o humor e o olhar crítico sobre a vida nas cidades brasileiras. O leitor encontra histórias que transitam entre o realismo cru de bairros paulistanos e a poesia que desafia convenções, criando um clima que ora é irônico, ora introspectivo. O catálogo sugere um interesse por personagens que enfrentam dilemas pessoais e sociais, muitas vezes em cenários reconhecíveis, como vilas, supermercados ou ruas movimentadas, com um tom que pode ser tanto burlesco quanto reflexivo. Há obras que exploram a tensão entre o pragmatismo e o místico, além de contos que se apoiam em uma prosa inovadora e sensorial.
