
Título: Éden : um tríptico bíblico. -- ( Signos ; 38 )
Autor: Haroldo de Campos
Sinopse: Criação, recriação e transcriação são as formas da poiesis, da ação poética pela qual Haroldo de Campos empreendeu, pelas trilhas do relato bíblico, traçar um itinerário para a possibilidade de a criatura humana, expulsa de sua paradisíaca unidade no Gênesis e condenada à alienação babélica das linguagens de sua dispersão na existência terrena, reencontrar o Éden da reunificação no eros da poesia. Os textos deste percurso, escolhidos e reenunciados por um dos poetas mais inventivos e audazes da moderna literatura brasileira, fazem ouvir, a partir destas páginas, com a voz inconfundível do artista-inventor, a fala prístina que se eleva do fundo da cena de sua origem e de seu eco no tempo dos homens.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Éden : um tríptico bíblico. — ( Signos ; 38 )”, de Haroldo de Campos, publicado pela editora Perspectiva, em 2004 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Perspectiva
Páginas: 184
Ano: 2004
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527307073
ISBN13: 9788527307079
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,256
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
