
Título: EDITH STEIN - EMPATIA, ÉTICA E MÍSTICA
Autor: Carlos Vargas
Sinopse: Esta obra apresenta um projeto de filosofia da pessoa humana a partir do pensamento fenomenológico de Edith Stein, que se tornou carmelita descalça com o nome Irmã Teresa Benedita da Cruz e, posteriormente, foi declarada santa pela Igreja Católica. Trata-se de um movimento entre a fé e a razão, entre a fenomenologia e a mística. Depois da apresentação biográfica de Edith Stein e da reflexão sobre o conceito de empatia, desenvolve-se o tema ético, fundamental para nossa sociedade atual. A obra é concluída no âmbito da mística. Revisitando a filosofia steiniana, desenvolvem-se implicações éticas, antropológicas e místicas, relacionando fé e razão. Esta pesquisa contribui para o preenchimento de lacunas existentes nos estudos sobre Edith Stein.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “EDITH STEIN – EMPATIA, ÉTICA E MÍSTICA”, de Carlos Vargas, publicado pela editora Edições Loyola, em 2022 e com 150 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 150
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555041447
ISBN13: 9786555041446
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,137
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
