
Título: Eduardo Portella. A Linguagem Solidaria
Autor: Maria do Carmo Sepulveda Campos
Sinopse: Nesta biografia, o autor traça um perfil intelectual, profissional e humano do escritor, acadêmico, ex-ministro da Educação e ex-presidente da Biblioteca Nacional. Com uma obra literária que mereceu elogios de nomes como Juan Rulfo, Tristão de Athayd e, Jorge Amado, Carlos Heitor Cony e Ivan Junqueira, é o mestre Eduardo Portella, formador de gerações, que mais se destaca neste livro, onde aparece também retratado ao lado de grandes intelectuais do Brasil e do mundo, em três cadernos de fotos. Co mpanheiro de trabalho de Portella ao longo de décadas, Carlos Sepúlveda é doutor em letras pela UFRJ, pesquisador-senior do Colégio do Brasil e membro da Academia Brasileira de Filosofia.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Eduardo Portella. A Linguagem Solidaria”, de Maria do Carmo Sepulveda Campos, publicado pela editora TOPBOOKS, em 2003 e com 169 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: TOPBOOKS
Páginas: 169
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857475062X
ISBN13: 9788574750620
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,270
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
