
Título: Educação do Campo Como Direito Humano
Autor: Angela Monteiro Pires
Sinopse: Na obra, a Educação do Campo é vista sob duas perspectivas absolutamente associadas. Em primeiro lugar, debate a própria conquista dessa Educação como específica, que possibilita de pensar, organizar e construir uma escolarização que respeita, escuta e valoriza os povos do campo e suas particularidades, legitimando seu direito ao conhecimento não meramente instrumentalizante, mas contextualizado e comprometido com sua realidade e cultura. Neste sentido, a autora traça um panorama da área, observando o percurso cumprido para sua concretização, bem como as condições nas quais se cumpre atualmente essa proposta. Além disso, o livro traz ainda a leitura da Educação do Campo como espaço de formação em Direitos Humanos, comprometido em formar gerações que atuam por uma sociedade mais justa e democrática, que reconhece e valoriza a diversidade, e combate a toda forma de preconceito e discriminação.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Educação do Campo Como Direito Humano”, de Angela Monteiro Pires, publicado pela editora Cortez, em 2012 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Cortez
Páginas: 160
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8524919914
ISBN13: 9788524919916
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,251
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
