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Educação Sentimental (Clássicos de bolso)

Título: Educação Sentimental (Clássicos de bolso)

Autor: Gustave Flaubert

Sinopse: A paixão lendária de Gustave Flaubert pela palavra precisa ofuscou o que ele próprio conseguiu com 'le mot juste'. Insistia que o tema não conta. Dizia que não há "temas bons ou maus..." Com 'A Educação Sentimental' (1870), Flaubert retorna ao realismo. Inicialmente a obra foi recebida com pouco interesse; no entanto, foi tida pelos críticos posteriores como modelo de análise dos costumes sociais, e equiparável à obra 'Madame Bovary'. O romance revela um fundo autobiográfico, no qual Frederico Moreau, personagem central, é uma evocação do próprio Flaubert jovem, com um painel social dos anos agitados da "monarquia de julho" de Luís Filipe que culminaram na revolução de 1848. Mostra o ruir das ilusões românticas, como em 'Madame Bovary', e, por outro ângulo, o panorama convulsionado da época. Ler 'A Educação Sentimental' é uma oportunidade pedagógica rara.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Educação Sentimental (Clássicos de bolso)”, de Gustave Flaubert, publicado pela editora Ediouro, em 1992 e com 183 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Ediouro

Páginas: 183

Ano: 1992

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 8500904267

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Gustave Flaubert é uma imersão em narrativas que equilibram rigor formal e uma ironia pungente, onde o ritmo varia entre o contemplativo e o tenso. A prosa é marcada por uma busca obsessiva pela palavra exata, com descrições minuciosas que criam imagens vívidas, seja da vida provinciana ou de ambientes históricos distantes. Os personagens, muitas vezes presos a ilusões ou a uma existência monótona, são retratados com uma neutralidade que evita julgamentos morais fáceis, o que intensifica a complexidade emocional e intelectual da obra. A tensão nasce da contradição entre o desejo de transcendência e a dura realidade, deixando no leitor perguntas sobre a natureza da felicidade, do fracasso e das convenções sociais. Esse equilíbrio entre análise psicológica e crítica social confere aos livros de Gustave Flaubert uma densidade que desafia o leitor a refletir sobre as limitações humanas e as ilusões do tempo vivido.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora EDIOURO apresentam uma variedade notável, transitando entre narrativas históricas detalhadas e ficção científica envolvente. O leitor pode esperar desde investigações baseadas em eventos reais, como mistérios em torno de figuras literárias, até aventuras espaciais com ritmo acelerado. Há espaço também para obras didáticas e manuais práticos, que abordam temas como saúde, postura e astrologia, com linguagem acessível e formato direto. O catálogo sugere ainda uma presença significativa de literatura brasileira adaptada para quadrinhos, além de textos que exploram a espiritualidade e o autoconhecimento com um tom reflexivo e sereno. Essa diversidade indica que o leitor encontrará tanto materiais mais narrativos e ficcionais quanto títulos informativos e de consulta, sempre com atenção a temas que dialogam com cultura, ciência e cotidiano.

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