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Egberto, um homem desprevenido

Título: Egberto, um homem desprevenido

Autor: Otávio Issa

Sinopse: Egberto, um homem desprevenido, romance urbano escrito por Otávio Issa, que já publicara nos anos 50 Os Inquietos, pela Companhia Editora Nacional, um único romance a tratar do mundo dos corretores de imóveis, responsáveis pelo crescimento da cidade de São Paulo, mas dentro de uma complexidade de negócios e negociatas que até hoje compõem o jogo, parte do mundo de iniciados. Egberto também é personagem com ligação nos altos negócios. Ascende por devotamento contumaz, no mercado de títulos mobiliários, capaz de multiplicar dinheiro para si e para os sócios, na firma de seu sogro, empresário tradicional. O romance se inicia no momento em que a mulher o rejeita e, a partir deste fato, todo o enredo é construído e as personagens se mostram na inter-relação com Egberto, workaholic mas homem tímido a se deixar levar pelas circunstâncias. Será interessante ver neste livro como a manutenção das aparências exercida pela elite empresarial foi contaminada por uma liberalidade de costumes que é puro cinismo a deturpar a revolução sexual promovida pela juventude esclarecida dos anos 60.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Egberto, um homem desprevenido”, de Otávio Issa, publicado pela editora Musa, em 1998 e com 366 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Musa

Páginas: 366

Ano: 1998

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Musa oferecem uma experiência de leitura que mescla rigor acadêmico e sensibilidade humana, frequentemente explorando temas sociais, culturais e históricos a partir de perspectivas multidisciplinares. As sinopses indicam um catálogo que valoriza narrativas densas e reflexivas, com obras que transitam entre o ensaio, a pesquisa documental e a literatura memorialística. O tom costuma ser sóbrio e didático, com textos que convidam à reflexão crítica, seja sobre a formação da subjetividade, os desafios do trabalho contemporâneo, ou questões culturais e religiosas. Há uma atenção clara para as intersecções entre o indivíduo e o coletivo, muitas vezes em contextos históricos ou sociais específicos.

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