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Eichmann à Jérusalem: Rapport sur la banalité du mal

Título: Eichmann à Jérusalem: Rapport sur la banalité du mal

Autor: Hannah Arendt

Sinopse: Voici un texte qui, par la controverse qu'il suscita dès sa parution chez les historiens, eut le mérite essentiel de contraindre ceux-ci à entreprendre des recherches nouvelles sur le génocide des Juifs par les nazis. En effet, le reportage d'Hannah Arendt, envoyée spéciale du New Yorker au procès de Jérusalem, philosophe américaine d'origine juive allemande, auteur d'un ouvrage célèbre sur les origines du totalitarisme, fit scandale à New York et à Londres, en Allemagne comme en Israël. Dans son procès du procès, l'auteur - qui ne fait siens ni tous les motifs de l'accusation ni tous les attendus du jugement - est entraîné d'abord à faire apparaître un nouvel Eichmann, d'autant plus inquiétant qu'il est plus «banal» ; puis à reconsidérer tout l'historique des conditions dans lesquelles furent exterminés des millions de Juifs. Et à mettre en cause les coopérations, voire les «complicités», que le lieutenant-colonel S.S. a trouvées dans toutes les couches de la population allemande, dans la plupart des pays occupés, et surtout jusqu'au sein des communautés juives et auprès des dirigeants de leurs organisations.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Eichmann à Jérusalem: Rapport sur la banalité du mal”, de Hannah Arendt, publicado pela editora 10/18, em 2013 e com 519 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: 10/18

Páginas: 519

Ano: 2013

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2070326217

ISBN13: 9782070326211

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Hannah Arendt provoca uma imersão em análises densas e rigorosas sobre temas políticos e históricos do século XX, especialmente o totalitarismo, a violência e a condição humana em tempos de crise. Sua prosa é marcada por um ritmo que combina rigor conceitual com uma clareza que desafia o leitor a refletir profundamente, sem concessões fáceis. O tom oscila entre o crítico e o contemplativo, revelando tensões entre o poder e a violência, o indivíduo e a massa, a ética e a política. A experiência é intelectual e ética, convidando a revisitar eventos e ideias com uma atenção minuciosa às causas e consequências. Os livros de Hannah Arendt exploram a complexidade da história política sem simplificações, deixando perguntas inquietantes sobre a natureza do mal, da responsabilidade e da liberdade.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora 10/18 apresentam uma leitura marcada por personagens complexos e histórias que exploram tanto o íntimo quanto contextos históricos ou sociais densos. A experiência de leitura frequentemente envolve uma tensão entre passado e presente, entre memórias pessoais e eventos maiores, como conflitos familiares, crises sociais ou tragédias históricas. O tom pode variar do realismo emocional delicado a narrativas que trazem uma certa melancolia, mas também momentos de humor sutil e ironia. O catálogo sugere obras que privilegiam o desenvolvimento psicológico dos personagens, muitas vezes diante de dilemas existenciais ou sociais, com ritmo que alterna entre introspecção e ação.

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