
Título: EIS MEU CORAÇÃO, EIS MINHA MÃO
Autor: William BARRY
Sinopse: Deus deseja nossa amizade e, no nível mais profundo de nossos corações, todos nós queremos o que Deus quer, mas há muitas situações que nos impedem de satisfazer esses dois desejos. Este livro apresenta-se como o desejo de entabular um diálogo com o leitor, mesmo que não nos conheçamos pessoalmente. Foi pensando nisso que organizei estes textos para você. Eles estão divididos em algumas partes: na primeira, trato de algumas de minhas ideias sobre a oração e de como Deus se comunica conosco. Depois, abordo questões sobre como decidimos o que vem e o que não vem de Deus em nossa experiência, algo tradicionalmente chamado de “discernimento de espíritos”. Em seguida, há três meditações que podem lhe ajudar a viver mais confortavelmente com os dilemas que a atual situação do mundo e da Igreja apresentam. Por fim, nas duas últimas partes, você encontrará três meditações sobre quem é Deus e o que ele deseja enquanto criador, além de algumas meditações sobre como a nossa conexão com ele nos transforma.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “EIS MEU CORAÇÃO, EIS MINHA MÃO”, de William BARRY, publicado pela editora Edições Loyola, em 2024 e com 230 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 230
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 655504361X
ISBN13: 9786555043617
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,272
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
