
Título: El chico que dibujaba constelaciones
Autor: Alice Kellen
Sinopse: Esta es una historia de amor, de sueños y de vida. La de Valentina. La chica que no sabía que tenía el mundo a sus pies, la que creció y empezó a pensar en imposibles. La que cazaba estrellas, la que anhelaba más, la que tropezó con él. Con Gabriel. El chico que dibujaba constelaciones, el valiente e idealista, el que confió en las palabras «para siempre», y creó los pilares que terminaron sosteniendo el pasado, el ahora, lo que fueron y los recuerdos que se convertirán en polvo. «Esta novela es lo más bonito que he podido leer en mucho tiempo. Me ha parecido un regalo, un soplo de vida... Y todo contado con tanta delicadeza que es precioso leerlo. Solo podría hacerlo Alice. Mil gracias por regalarnos a Valentina y a Gabriel, por su vida. No he podido ser más feliz leyéndolos», Patricia Bejarano
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El chico que dibujaba constelaciones”, de Alice Kellen, publicado pela editora Planeta, em 2020 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Planeta
Páginas: 304
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 9564080827
ISBN13: 9789564080826
Sobre a editora
Os livros da editora Planeta oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e narrativa, onde convivem obras de ficção envolventes, como thrillers psicológicos e romances com toques de realismo fantástico, e títulos de não ficção que abordam temas atuais e profundos, como neurociência aplicada à educação e histórias de superação pessoal. O ritmo das obras varia bastante, indo de narrativas intensas e cheias de suspense a textos mais reflexivos e didáticos, que convidam o leitor a compreender melhor aspectos da vida, da história ou da ciência. As sinopses sugerem também uma atenção especial a personagens que enfrentam dilemas humanos complexos, seja em contextos históricos, sociais ou íntimos, com uma linguagem acessível e, por vezes, poética.
