
Título: El coronel no tiene quien le escriba
Autor: Gabriel García Márquez
Sinopse: "Rebelde inconsciente, el coronel aspira a un mundo limpio, a una vida auténtica Pero la conducta en que se traduce esta aspiración está empapada de 'idealismo abstracto': él cree posible lo imposible, tiene fe en la eficacia de lo ineficaz, afirma con terquedad y casi locura la existencia de algo que no existe en su mundo: la justicia, el respecto a la palabra empeñada, la vigencia de la ley, el funcionamiento de la administración. En El Coronel no Tiene Quien le Escriba, aunque la vida social e histórica es objetivamente tan monótona y estática como en Macondo, subjetivamente no lo es: en esta sociedad donde, en los hechos, nada cambia, hay sin embargo una puerta abierta sobre la posibilidad de cambio, que se llama la esperanza, la ilusión". Mário Vargas Llosa, Historia de un deicidio
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El coronel no tiene quien le escriba”, de Gabriel García Márquez, publicado pela editora Planeta, em 2012 e com 126 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Planeta
Páginas: 126
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 9584233106
ISBN13: 9789584233103
Sobre a editora
Os livros da editora Planeta oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e narrativa, onde convivem obras de ficção envolventes, como thrillers psicológicos e romances com toques de realismo fantástico, e títulos de não ficção que abordam temas atuais e profundos, como neurociência aplicada à educação e histórias de superação pessoal. O ritmo das obras varia bastante, indo de narrativas intensas e cheias de suspense a textos mais reflexivos e didáticos, que convidam o leitor a compreender melhor aspectos da vida, da história ou da ciência. As sinopses sugerem também uma atenção especial a personagens que enfrentam dilemas humanos complexos, seja em contextos históricos, sociais ou íntimos, com uma linguagem acessível e, por vezes, poética.
