
Título: El cuaderno verde del CHE
Autor: César Vallejo
Sinopse: Pablo Neruda, León Felipe, Nicolás Guillén y César Vallejo son los autores de los poemas que como antología personal llevaba consigo Ernesto Guevara de la Serna en su travesía revolucionaría por la serranía de Bolivia, hasta que las balas asesinas del ejército y la CIA terminaron su vida. E inicio a vivir en el pensamiento de miles en su propia época y en la mente de millones en la actualidad, en muchos lugares de la Tierra. Paco Ignacio Taibo II escribió el prologo de este poemario singular, antes único, del Che, y que ahora conocemos muchos. Del análisis de una copia Taibo II llegó a la conclusión que era una antología poética hecha por el propio Guevara, escrita ésta por su propia letra en un cuaderno verde, uno de los objetos que contenía su morral o mochila cuando fue capturado y luego asesinado. De esos sucesos ya hace cuarenta años.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El cuaderno verde del CHE”, de César Vallejo, publicado pela editora Seix Barral, em 2007 e com 179 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seix Barral
Páginas: 179
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 9707490616
ISBN13: 9789707490611
Sobre a editora
Os livros da editora Seix Barral costumam apresentar uma narrativa que mescla rigor histórico e sensibilidade literária, explorando temas como conflitos políticos, memória familiar e dilemas éticos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, imersos em contextos sociais e históricos densos, onde o real e o ficcional se entrelaçam para provocar reflexão. O catálogo inclui desde obras com ritmo de thriller legal até poemas que dialogam com tradições poéticas e metapoéticas, revelando uma diversidade entre o mais narrativo e o mais ensaístico. O tom varia do íntimo ao coletivo, com atenção a questões de identidade, poder e memória, sempre com uma linguagem que privilegia a profundidade e a reflexão.
