
Título: El eternauta
Autor: Héctor Germán Oesterheld, Francisco Solano López
Sinopse: Historieta de ciencia-ficción publicada por entregas en el suplemento argentino Hora Cero Semanal desde 1957 hasta 1959. Con un estilo único, escrita por Héctor G. Oesterheld y dibujada por Francisco Solano, desde el primer número logró mantener en vilo a un elevado número de lectores que crecía semana tras semana. En este cómic de cargado contenido social y político, la historia nunca es lo que parece, siempre tiene algo para sorprendernos. Oesterheld dotó a Juan Salvo, su protagonista, de identificación colectiva, repartiendo el valor, la fuerza y el liderazgo del héroe con un pueblo solidario que une sus fuerzas contra el invasor. Posteriormente, El Eternauta tuvo una edición en formato “libro” en tres partes, muy codiciada ahora por los bibliófilos. Desde entonces se reimprime en Argentina y ha sido leída por generaciones. RM publica esta cuidada edición, con el propósito de ampliar su difusión en el continente americano.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “El eternauta”, de Héctor Germán Oesterheld, Francisco Solano López, publicado pela editora RM, em 2010 e com 366 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: RM
Páginas: 366
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: es
ISBN: 9788415118060
ISBN13: 9788415118060
Sobre a editora
Os livros da editora RM revelam um interesse consistente por imagens que dialogam com a arte, a história e a memória, especialmente por meio da fotografia e da arquitetura. A leitura desses títulos costuma envolver uma experiência visual densa, onde o ritmo se constrói pela sequência de imagens e textos que exploram desde retratos artísticos até registros documentais e políticos. O catálogo apresenta obras que transitam entre o ensaio visual e a narrativa fotográfica, com temas que vão do surrealismo e do modernismo à crítica social e política, muitas vezes com um tom contemplativo e reflexivo. Há títulos que propõem uma imersão em universos estéticos específicos, como o da arquitetura moderna ou da fotografia de rua, enquanto outros se aproximam de relatos históricos e culturais, sugerindo uma diversidade de abordagens dentro de um mesmo campo visual e temático.
