
Título: El hijo del acordeonista
Autor: Atxaga Bernardo
Sinopse: Ésta es la novela más personal de Bernardo Atxaga. En ella recorremos, como si miráramos un mosaico hecho con distintos tiempos, lugares y estilos, la historia de dos amigos: Joseba y David, el hijo del acordeonista. «La diferencia entre las incisiones antiguas y las nuevas se borrará con el tiempo y sólo quedará, sobre la corteza, una única inscripción, un libro con un mensaje principal: Aquí estuvieron dos amigos, dos hermanos.» Desde los años treinta hasta finales del siglo XX, desde Obaba hasta California, de la infancia en la escuela a los infiernos de la guerra y de la violencia, Atxaga aborda de forma valiente el tema de la memoria, la nostalgia, la amistad y también de la tristeza del que deja su tierra sabiendo que no volverá. Y en el centro de las múltiples ramificaciones de esta historia, la única posibilidad de salvación frente a las circunstancias más dramáticas: el amor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El hijo del acordeonista”, de Atxaga Bernardo, publicado pela editora Debolsillo, em 2016 e com 473 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Debolsillo
Páginas: 473
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8466332375
ISBN13: 9788466332378
Sobre a editora
Os livros da editora DEBOLSILLO apresentam uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram intensamente conflitos humanos e históricos, muitas vezes ambientados em cenários dramáticos como guerras, revoluções e transformações sociais. O catálogo privilegia histórias com personagens complexos, que enfrentam dilemas morais profundos e relações pessoais carregadas de tensão, amor e traição. O tom das obras varia entre o dramático e o reflexivo, com algumas incursões em temas fantásticos e especulativos, onde a imaginação se alia a questões existenciais e políticas. As sinopses sugerem uma preferência por narrativas densas, que combinam ritmo envolvente com uma linguagem acessível, adequada a leitores que buscam tanto entretenimento quanto reflexão.
