
Título: El laberinto de las aceitunas
Autor: Eduardo Mendoza
Sinopse: "El laberinto de las aceitunas sitúa nuevamente en el centro de una espiral de intriga al detective manicomial y paródico que protagonizara El misterio de la cripta embrujada. Arrastrado por el azar más disparatado, en esta ocasión ha de enfrentarse a una desconocida red de maleantes que a toda costa trata de recuperar un maletín repleto de dinero y perdido en curiosas circunstancias.No es menos deslumbrante aquí que en sus obras anteriores la capacidad de Eduardo Mendoza para la escritura que contiene en sí su propia caricatura, a la vez que la de un género, el policiaco, y la de una sociedad multiforme, rídicula y degradante que sólo puede ser reconocida a través de los más variados registros expresivos. Pero su imaginación literaria va esta vez todavía más lejos: en un triple salto mortal llega, por la distorsión de la peripecia policial, no ya al reino del humor y el absurdo, sino al de la fabulación que roza, tras lo esperpéntico, el área del prodigio surreal."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El laberinto de las aceitunas”, de Eduardo Mendoza, publicado pela editora Seix Barral, em 2009 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seix Barral
Páginas: 320
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788432217029
Sobre a editora
Os livros da editora Seix Barral costumam apresentar uma narrativa que mescla rigor histórico e sensibilidade literária, explorando temas como conflitos políticos, memória familiar e dilemas éticos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, imersos em contextos sociais e históricos densos, onde o real e o ficcional se entrelaçam para provocar reflexão. O catálogo inclui desde obras com ritmo de thriller legal até poemas que dialogam com tradições poéticas e metapoéticas, revelando uma diversidade entre o mais narrativo e o mais ensaístico. O tom varia do íntimo ao coletivo, com atenção a questões de identidade, poder e memória, sempre com uma linguagem que privilegia a profundidade e a reflexão.
