
Título: El Llano en llamas
Autor: Juan Rulfo
Sinopse: Libro de relatos perfectos, profundamente enraizados en un momento historico muy concreto, los anos cincuenta, cuando ya era evidente el fracaso de la Revolucion mexicana y apuntaban los comienzos del 'desarrollo' mas salvaje. La obra de Rulfo, sin embargo, va mucho mas alla de la excelente literatura mexicana que se ocupa de los mismos temas - como Los de abajo, de Mariano Azuela - y junto con su novela Pedro Paramo, marca un momento limite de las letras hispanoamericanas. Tras la publicacion de los dos libros de Rulfo, ya nada vuelve a ser igual, laconicos, de estructuras cerradas, trabajadas con la precision de un poema, y que permanecen grabados a fuego en la mente del lector, habria que buscar quiza sus antecedentes en los primeros relatos de James Joyce y en el mejor Faulkner, y sumar a la influencia de estos maestros una percepcion del tiempo y de la historia profundamente original, y un uso magistral de la lengua castellana y de sus ritmos y resonancias mas sutiles.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El Llano en llamas”, de Juan Rulfo, publicado pela editora Editorial Anagrama S.A., em 2006 e com 142 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editorial Anagrama S.A.
Páginas: 142
Ano: 2006
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788433920782
ISBN13: 9788433920782
Sobre a editora
Os livros da editora Editorial Anagrama S.A. exploram narrativas densas e multifacetadas, onde o passado histórico e as tensões sociais frequentemente se entrelaçam com dramas pessoais e conflitos morais. A experiência de leitura costuma ser marcada por um ritmo que varia entre a intensidade emocional e a reflexão crítica, com personagens complexos que enfrentam dilemas éticos, identitários ou políticos. As obras apresentam desde tramas polifônicas que cruzam vozes e épocas até relatos com humor ácido e linguagem coloquial, sugerindo um catálogo que não se prende a um único estilo, mas que privilegia a profundidade e a ambiguidade.
